Vento de Maio

Caio Augusto Leite - 19 - SP, Letras - USP: FACEBOOK / MEU BLOG
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May 19, 2012 9:09 pm

Cantiga de janela

Lua vagarosa,
canto a ti
pela cabrocha
que sestrosa
ignora meu amor.

Passem pra lá nuvens,
balões e estrelas cadentes.
Hoje a noite é da Lua,
que me acompanha na seresta.

Ai morena,
abre essa janela.
Escuta essa canção,
entende meu mote,
meu refrão:

Menina, mulher, que saudade,
vem pra mim, vem faz favor.
Nesse frio, careço de calor.
Meu amor sem teu amor, quanta maldade…


- Caio Augusto Leite
April 17, 2012 6:23 pm
"

Por exemplo, se estou com fome
abro a geladeira e mato-a.
Se estou com frio abro o armário,
boto uma blusa e mato-o.
Se estou com sede de amar,
abro o peito e te chamo pra entrar…

… você não vem.

Morro eu,
de sede,
tão cedo.

Não de amor,
mas da falta de ti,
de ti que não voltou.

"

Inanição Sentimental - Caio Augusto Leite
April 15, 2012 10:15 am January 29, 2012 7:09 pm
"Eu era só, você veio e me fez feliz. Você foi embora e o que era solidão deu lugar pra saudade."

Caio Augusto Leite
October 25, 2011 12:48 pm
"Gastei todas as palavras com aquele amor. Mas não era amor, era canoa furada. Gastei todas as palavras por nada. Que palavras usarei quando tiver um amor de verdade?"

Caio Augusto Leite 
October 1, 2011 3:22 pm
"Encomendei um amor - não chegou. Ou desistiu ou extraviou."

Caio Augusto Leite  (via ventodemaio)

(via maysaomito)

September 30, 2011 2:43 pm
"Acorda, toma um café, penteia esse cabelo e saiba que você não precisa de mais ninguém para ser feliz. O mundo é seu."

Caio Augusto Leite  (via re-a-mar)

(Source: ventodemaio, via pagopraver)

September 27, 2011 6:47 pm September 26, 2011 9:10 pm
"O que nos mata é sempre overdose. Não só de drogas, mas solidão demais, tristeza demais, fome demais. Até amor demais mata."

Caio Augusto Leite (via ventodemaio)

(via maysaomito)

September 12, 2011 8:25 pm
"Às vezes qualquer coisinha pequena alegra meu dia: uma música, uma pessoa, um sorriso (mesmo que nem seja pra mim). Eu vivo de pequenas alegrias, furtadas do mais banal do dia."

Caio Augusto Leite